Brasileiros se preocupam com reputação e privacidade nas redes sociais 45% dos entrevistados brasileiros possuem perfil privado no Facebook.
Uma recente onda de eventos como vazamento de fotos, mudanças nas políticas de segurança do Facebook, aumento de vírus, descobertas de malwares, entre outros, trouxe novamente à tona a preocupação dos usuários de todo o mundo com a segurança e a privacidade de seus dados na web. No Brasil não foi diferente.
Por isso, a Hi-Mídia, empresa especializada em segmentação e performance em mídia online, e a M.Sense, especialista em estudos sobre mercado digital, realizaram uma pesquisa para avaliar a percepção e o comportamento dos internautas brasileiros com relação à segurança e à privacidade na internet e nas redes sociais – em particular no Facebook, a mais usada no país.
A pesquisa revela que a segurança na internet é assunto sério para os brasileiros. Para se proteger, 87% dos entrevistados afirmaram que mantém o antivírus atualizado, 79% tomam cuidado com os sites acessados, 78% não abrem e-mails de desconhecidos e 77% realizam compras somente em lojas online confiáveis. A pesquisa aponta ainda que 93% dos entrevistados consideram o computador pessoal o mais seguro, contra 71% dos que se sentem seguros usando o computador do trabalho. Somente 11% dos entrevistados acreditam que os smartphones e tablets sejam completamente seguros.
Redes Sociais
Além da preocupação em usar a Internet, o brasileiro também se preocupa com a privacidade nas redes sociais. 45% dos entrevistados brasileiros possuem perfil privado no Facebook, visível somente por amigos – o número é menor que os apontados em pesquisas de comportamento nos Estados Unidos, onde 59% dos usuários têm perfis privados. No entanto, os cuidados são negligenciados com os elevados percentuais de compartilhamento de fotos (63%), vídeos (29%), informações pessoais (35%) e de localização (14%).
De acordo com a pesquisa, o internauta toma cuidado com a reputação nas redes sociais, ainda que com percentuais inferiores em comparação com o público americano. No Brasil, 21% dos usuários já se desmarcaram de fotos, contra 37% nos Estados Unidos. Retirar alguém da lista de amigos foi uma ação feita por 38% de brasileiros, contra 63% de americanos, e 44% dos usuários já apagaram comentários postados, número que se repete nos EUA.
Setenta e três por cento dos entrevistados têm cuidado com o que escrevem e compartilham, o que pode justificar o percentual de apenas 23% de usuários que já se arrependeram de algum conteúdo postado. .
“A pesquisa aponta que os usuários se preocupam com a segurança das informações pessoais e a reputação nas redes sociais. Se comparado o comportamento no Facebook entre brasileiros e americanos, percebe-se que os internautas dos EUA possuem maior grau de preocupação com a privacidade.” afirma Bruno Maletta, sócio-diretor da M.Sense.
Entre os cuidados tomados pelos usuários do Facebook, 73% deles afirmaram recusar a convites de amizade feitos por desconhecidos, 71% estão atentos aos arquivos que recebem e 57% só instalam ou acessam aplicativos considerados seguros. 41% dos usuários não confiam no Facebook no que se refere à privacidade de seus dados. Outro dado da pesquisa foi a consideração do aumento da idade mínima na política de segurança do Facebook, atualmente de 13 anos. Para 19% dos entrevistados somente pessoas maiores de 18 anos poderiam ser cadastradas na rede social.
Por isso, a Hi-Mídia, empresa especializada em segmentação e performance em mídia online, e a M.Sense, especialista em estudos sobre mercado digital, realizaram uma pesquisa para avaliar a percepção e o comportamento dos internautas brasileiros com relação à segurança e à privacidade na internet e nas redes sociais – em particular no Facebook, a mais usada no país.
A pesquisa revela que a segurança na internet é assunto sério para os brasileiros. Para se proteger, 87% dos entrevistados afirmaram que mantém o antivírus atualizado, 79% tomam cuidado com os sites acessados, 78% não abrem e-mails de desconhecidos e 77% realizam compras somente em lojas online confiáveis. A pesquisa aponta ainda que 93% dos entrevistados consideram o computador pessoal o mais seguro, contra 71% dos que se sentem seguros usando o computador do trabalho. Somente 11% dos entrevistados acreditam que os smartphones e tablets sejam completamente seguros.
Redes Sociais
Além da preocupação em usar a Internet, o brasileiro também se preocupa com a privacidade nas redes sociais. 45% dos entrevistados brasileiros possuem perfil privado no Facebook, visível somente por amigos – o número é menor que os apontados em pesquisas de comportamento nos Estados Unidos, onde 59% dos usuários têm perfis privados. No entanto, os cuidados são negligenciados com os elevados percentuais de compartilhamento de fotos (63%), vídeos (29%), informações pessoais (35%) e de localização (14%).
De acordo com a pesquisa, o internauta toma cuidado com a reputação nas redes sociais, ainda que com percentuais inferiores em comparação com o público americano. No Brasil, 21% dos usuários já se desmarcaram de fotos, contra 37% nos Estados Unidos. Retirar alguém da lista de amigos foi uma ação feita por 38% de brasileiros, contra 63% de americanos, e 44% dos usuários já apagaram comentários postados, número que se repete nos EUA.
Setenta e três por cento dos entrevistados têm cuidado com o que escrevem e compartilham, o que pode justificar o percentual de apenas 23% de usuários que já se arrependeram de algum conteúdo postado. .
“A pesquisa aponta que os usuários se preocupam com a segurança das informações pessoais e a reputação nas redes sociais. Se comparado o comportamento no Facebook entre brasileiros e americanos, percebe-se que os internautas dos EUA possuem maior grau de preocupação com a privacidade.” afirma Bruno Maletta, sócio-diretor da M.Sense.
Entre os cuidados tomados pelos usuários do Facebook, 73% deles afirmaram recusar a convites de amizade feitos por desconhecidos, 71% estão atentos aos arquivos que recebem e 57% só instalam ou acessam aplicativos considerados seguros. 41% dos usuários não confiam no Facebook no que se refere à privacidade de seus dados. Outro dado da pesquisa foi a consideração do aumento da idade mínima na política de segurança do Facebook, atualmente de 13 anos. Para 19% dos entrevistados somente pessoas maiores de 18 anos poderiam ser cadastradas na rede social.
